Psychosocial Working Conditions in a Portuguese Social Care Institution: A Descriptive Case Study by Occupational Group
Abstract: Psychosocial working conditions have become an increasingly relevant concern in occupational health, particularly in social care contexts where employees are exposed to demanding emotional and physical environments. This study examines the main psychosocial factors affecting workers in a Portuguese private social solidarity institution and explores their implications for well-being and productivity. A descriptive quantitative case study was conducted, supported by a literature review and a questionnaire applied to different professional groups within the organisation. The findings suggest that, although overall levels of psychosocial risk are relatively low, there are meaningful differences across occupational categories. Frontline care workers appear to be the most exposed group, followed by kitchen staff and technical personnel. Across the sample, emotional and physical demands, work pace, task overload and limited recognition emerged as the most significant factors. These results indicate that even in seemingly stable organisational environments, certain roles remain particularly vulnerable to psychosocial strain. The study underscores the importance of adopting preventive and organisational measures to foster healthier, more supportive working conditions, as these are essential for both employee well-being and the quality of care provided. Keywords: psychosocial risks, mental health, charitable organisations, working conditions, well-being at work. ___________________ Condições Psicossociais de Trabalho numa Instituição Portuguesa de Apoio Social: Um Estudo de Caso Descritivo por Grupo Profissional Resumo: As condições de trabalho psicossociais têm-se tornado uma preocupação cada vez mais relevante na saúde ocupacional, particularmente em contextos de assistência social, onde os trabalhadores estão expostos a ambientes emocional e fisicamente exigentes. Este estudo analisa os principais fatores psicossociais que afetam os trabalhadores de uma instituição privada de solidariedade social portuguesa e explora as suas implicações para o bem-estar e a produtividade. Foi realizado um estudo de caso quantitativo descritivo, apoiado por uma revisão da literatura e por um questionário aplicado a diferentes grupos profissionais dentro da organização. Os resultados sugerem que, embora os níveis globais de risco psicossocial sejam relativamente baixos, existem diferenças significativas entre as categorias profissionais. Os profissionais de cuidados na linha da frente parecem ser o grupo mais exposto, seguidos pelo pessoal de cozinha e pelo pessoal técnico. Em toda a amostra, as exigências emocionais e físicas, o ritmo de trabalho, a sobrecarga de tarefas e o reconhecimento limitado emergiram como os fatores mais significativos. Estes resultados indicam que, mesmo em ambientes organizacionais aparentemente estáveis, certas funções permanecem particularmente vulneráveis à tensão psicossocial. O estudo sublinha a importância de adotar medidas preventivas e organizacionais destinadas a promover condições de trabalho mais saudáveis e solidárias, uma vez que estas são essenciais tanto para o bem-estar dos colaboradores como para a qualidade dos cuidados prestados. Palavras-chave: riscos psicossociais, saúde mental, instituições de solidariedade social, condições de trabalho, bem-estar laboral.
Authors
- Sofia Cardim (ORCID: https://orcid.org/0000-0002-7506-5111)
- Rui Oliveira (ORCID: https://orcid.org/0000-0003-4444-2591)
- Catarina Machado Vilela
Publication Details
- Journal
- Zenodo (CERN European Organization for Nuclear Research)
- Published
- 2026-11-02
- DOI
- https://doi.org/10.5281/zenodo.23884557
- Primary Topic
- Workplace Health and Well-being
- Type
- article
- Field-Weighted Citation Impact
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