VO2máx como Preditor de Capacidade Funcional e Qualidade de Vida em Idosos: Classicação, Implicações Clínicas e Estratégias de Intervenção

O consumo máximo de oxigênio (VO₂ máx) é amplamente reconhecido como o principal indicador de aptidão cardiorrespiratória (ACR) e apresenta forte associação com a capacidade funcional, morbidade e mortalidade por todas as causas. Em adultos com 60 anos ou mais, valores de VO₂ máx considerados baixos, tipicamente abaixo de 26 ml·kg⁻¹·min⁻¹, estão diretamente relacionados a limitações funcionais significativas, como dificuldade para caminhar, subir escadas e executar atividades básicas da vida diária (ABVD). O presente artigo de revisão narrativa analisa: A fisiologia do declínio do VO₂ máx com o envelhecimento. Os sistemas de classificação e os limiares de risco funcional. O impacto prognóstico sobre a mortalidade. Protocolos de exercício físico com evidência robusta para reverter ou atenuar esse declínio em idosos. A literatura indica que intervenções aeróbicas de intensidade moderada a vigorosa, incluindo o treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT) adaptado, são seguras e eficazes, promovendo ganhos médios de 10% a 15% no VO₂ máx após 8 a 12 semanas de treinamento estruturado.

Authors

Publication Details

Journal
Zenodo (CERN European Organization for Nuclear Research)
Published
2026-02-11
DOI
https://doi.org/10.5281/zenodo.18611134
Primary Topic
Cardiovascular and exercise physiology
Type
article
Field-Weighted Citation Impact
0.00
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VO2máx como Preditor de Capacidade Funcional e Qualidade de Vida em Idosos: Classicação, Implicações Clínicas e Estratégias de Intervenção

Zen Revista
Zenodo (CERN European Organization for Nuclear Research)
Cardiovascular and exercise physiology
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VO2máx como Preditor de Capacidade Funcional e Qualidade de Vida em Idosos: Classicação, Implicações Clínicas e Estratégias de Intervenção

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Abstract

O consumo máximo de oxigênio (VO₂ máx) é amplamente reconhecido como o principal indicador de aptidão cardiorrespiratória (ACR) e apresenta forte associação com a capacidade funcional, morbidade e mortalidade por todas as causas. Em adultos com 60 anos ou mais, valores de VO₂ máx considerados baixos, tipicamente abaixo de 26 ml·kg⁻¹·min⁻¹, estão diretamente relacionados a limitações funcionais significativas, como dificuldade para caminhar, subir escadas e executar atividades básicas da vida diária (ABVD). O presente artigo de revisão narrativa analisa: A fisiologia do declínio do VO₂ máx com o envelhecimento. Os sistemas de classificação e os limiares de risco funcional. O impacto prognóstico sobre a mortalidade. Protocolos de exercício físico com evidência robusta para reverter ou atenuar esse declínio em idosos. A literatura indica que intervenções aeróbicas de intensidade moderada a vigorosa, incluindo o treinamento intervalado de alta intensidade (HIIT) adaptado, são seguras e eficazes, promovendo ganhos médios de 10% a 15% no VO₂ máx após 8 a 12 semanas de treinamento estruturado.

Zenodo (CERN European Organization for Nuclear Research)
Good health and well-being
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Cardiovascular and exercise physiology
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