Percepções de mediadores sobre a inclusão de autistas em museus de ciências

Esse trabalho teve como objetivo levantar as percepções de mediadores acerca da inclusão de pessoas com transtorno do espectro autista (TEA) nas atividades desenvolvidas nos museus e centros de ciências do Brasil e identificar suas práticas inclusivas. Participaram deste estudo 65 mediadores atuantes em museus de ciências localizados em quatro regiões brasileiras (Sudeste, Nordeste, Sul e Centro-Oeste). O instrumento para coleta de dados foi um questionário semiestruturado disponibilizado no Google Forms. Os dados coletados foram analisados por meio da análise temática, além de gráficos de frequência simples. Os resultados indicam que os mediadores têm atendido nos museus de ciência, o público com TEA, porém sem uma formação acerca de práticas inclusivas para o público em questão. Durante a visita, os mediadores percebem no público com TEA falta de atenção e movimentos repetitivos e incômodos em função do barulho presente no museu. Em suma, podemos inferir que os mediadores buscam estratégias voltadas para a acessibilidade comunicacional, contudo, verifica-se a importância de investimentos das instituições de divulgação científica na formação profissional, além da implementação de ações voltadas para a inclusão desse público.

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Journal
ACTIO Docência em Ciências
Published
2024-10-18
DOI
https://doi.org/10.3895/actio.v9n3.18691
Primary Topic
Museums and Cultural Heritage
Type
article
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Percepções de mediadores sobre a inclusão de autistas em museus de ciências

Sérgio de Souza Henrique Júnior, Gabriella Luciano Caetano, Grazielle Rodrigues Pereira
ACTIO Docência em Ciências
Museums and Cultural Heritage
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Percepções de mediadores sobre a inclusão de autistas em museus de ciências

Sérgio de Souza Henrique Júnior, Gabriella Luciano Caetano, Grazielle Rodrigues Pereira
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Abstract

Esse trabalho teve como objetivo levantar as percepções de mediadores acerca da inclusão de pessoas com transtorno do espectro autista (TEA) nas atividades desenvolvidas nos museus e centros de ciências do Brasil e identificar suas práticas inclusivas. Participaram deste estudo 65 mediadores atuantes em museus de ciências localizados em quatro regiões brasileiras (Sudeste, Nordeste, Sul e Centro-Oeste). O instrumento para coleta de dados foi um questionário semiestruturado disponibilizado no Google Forms. Os dados coletados foram analisados por meio da análise temática, além de gráficos de frequência simples. Os resultados indicam que os mediadores têm atendido nos museus de ciência, o público com TEA, porém sem uma formação acerca de práticas inclusivas para o público em questão. Durante a visita, os mediadores percebem no público com TEA falta de atenção e movimentos repetitivos e incômodos em função do barulho presente no museu. Em suma, podemos inferir que os mediadores buscam estratégias voltadas para a acessibilidade comunicacional, contudo, verifica-se a importância de investimentos das instituições de divulgação científica na formação profissional, além da implementação de ações voltadas para a inclusão desse público.

ACTIO Docência em CiênciasVol. 9(3)
Instituto Federal do Rio de Janeiro (BR)
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Museums and Cultural Heritage
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