Análisis de evidencia sobre tecnoestrés, factores, trascendencia y estrategias de mitigación en estudiantes de salud.
Technology has been widely integrated into health sciences education, especially during the pandemic, fostering digital learning. However, studies reveal challenges such as limited technological skills, technostress, and difficulties in critical tasks. Factors such as age, gender, and motivation influence the use of mobile devices for learning. Technostress, with its negative effects on academic performance, requires strategies to mitigate its impact, particularly among health students. The objective was to analyze the available evidence on technostress, its triggers, and mitigation strategies. A literature search was conducted for publications between 2019 and 2024, available in English and Spanish. The databases consulted included Scopus, PubMed, EBSCO, and ERIC, along with an additional free search. A total of eight articles were included in this integrative review. The methodological assessment criteria suggested by the Equator Network were followed. Technostress, present among health sciences students, arises from excessive use and poor management of technology. Overload, technological complexity, and constant availability expectations intensify it, affecting well-being, academic performance, and mental health. To address it, strengthening computer self-efficacy, implementing institutional support, and adopting personal strategies such as digital disconnection, relaxation, and balanced technology use management are recommended. Proper strategies can turn this challenge into academic growth, and a comprehensive approach that includes institutional support, digital training, teacher adaptation, and healthy habits can mitigate the impact and promote student resilience. La tecnología se ha integrado ampliamente en la enseñanza de ciencias de la salud, especialmente durante la pandemia, fomentando el aprendizaje digital. Sin embargo, estudios revelan desafíos como habilidades tecnológicas limitadas, tecnoestrés y dificultades en tareas críticas. Factores como edad, género y motivación influyen en el uso de dispositivos móviles para aprender. El tecnoestrés, con efectos negativos en rendimiento académico, requiere estrategias para mitigar su impacto, especialmente en estudiantes de salud. El objetivo fue analizar la evidencia disponible asociada entre el tecnoestrés, sus desencadenantes y sus estrategias de mitigación. Se realizó una búsqueda en la literatura publicada entre los años 2019 y 2024, disponible en inglés y español. Se consultaron las bases de datos Scopus, Pubmed, Ebsco, Eric, y además se agregó una búsqueda libre. Fueron incluidos 8 artículos en esta revisión integradora. Se siguieron los criterios de valoración metodológica sugeridos por la red Equator network. El tecnoestrés, presente en estudiantes de ciencias de la salud, surge del uso excesivo y mal manejo de la tecnología. La sobrecarga, complejidad tecnológica y expectativas de disponibilidad constante lo intensifican, afectando el bienestar, rendimiento académico y salud mental. Para afrontarlo, se recomienda fortalecer la autoeficacia informática, implementar apoyo institucional, y adoptar estrategias personales como la desconexión digital, relajación y gestión equilibrada del uso tecnológico. Estrategias adecuadas pueden transformar el desafío en crecimiento académico y un enfoque integral que incluya apoyo institucional, capacitación digital, adaptación docente y hábitos saludables pueden mitigar el impacto y promover la resiliencia estudiantil. A tecnologia foi amplamente integrada no ensino das ciências da saúde, especialmente durante a pandemia, promovendo o aprendizado digital. No entanto, estudos revelam desafios como habilidades tecnológicas limitadas, tecnoestresse e dificuldades em tarefas críticas. Fatores como idade, gênero e motivação influenciam o uso de dispositivos móveis para o aprendizado. O tecnoestresse, com efeitos negativos no desempenho acadêmico, exige estratégias para mitigar seu impacto, especialmente em estudantes de saúde. O objetivo foi analisar as evidências disponíveis associadas ao tecnoestresse, seus desencadeadores e suas estratégias de mitigação. Foi realizada uma busca na literatura publicada entre os anos de 2019 e 2024, disponível em inglês e espanhol. Foram consultadas as bases de dados Scopus, Pubmed, Ebsco, Eric, e também foi realizada uma busca livre. Foram incluídos 8 artigos nesta revisão integradora. Seguiram-se os critérios de avaliação metodológica sugeridos pela rede Equator network. O tecnoestresse, presente em estudantes de ciências da saúde, surge do uso excessivo e mau gerenciamento da tecnologia. A sobrecarga, a complexidade tecnológica e as expectativas de disponibilidade constante intensificam-no, afetando o bem-estar, o desempenho acadêmico e a saúde mental. Para enfrentá-lo, recomenda-se fortalecer a autoeficácia informática, implementar apoio institucional e adotar estratégias pessoais, como a desconexão digital, relaxamento e gestão equilibrada do uso tecnológico. Estratégias adequadas podem transformar o desafio em crescimento acadêmico, e uma abordagem integral que inclua apoio institucional, capacitação digital, adaptação docente e hábitos saudáveis pode mitigar o impacto e promover a resiliência estudantil.
Authors
- Gabriela P. Urrejola-Contreras (ORCID: https://orcid.org/0000-0002-8370-4550)
- Antonieta Herrera-Lillo (ORCID: https://orcid.org/0000-0003-4438-7473)
Institutions
- Viña del Mar University (CL)
Publication Details
- Journal
- Revista Española de Educación Médica
- Published
- 2025-06-02
- DOI
- https://doi.org/10.6018/edumed.657471
- Citations
- 1
- Primary Topic
- Stress and Burnout Research
- Type
- article
- Field-Weighted Citation Impact
- 2.44